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domingo, 14 de agosto de 2011

Eu me orgulho...


Eu me orgulho da vida
Da fé, das pessoas, das feridas
Me orgulho do mundo,
Do cão, do guarda, do falante e
do mudo
Que orgulho tenho eu,
daquilo que se foi
Daquilo que se perdeu,
do que há e do que
Virá.
Me orgulho dos amigos,
Dos momentos,
Das falas,
Da familia.
Dos encontros
Dos desencontros
Dos amores e paixões
Orgulho-me de tudo
Exatamente de tudo,
De tudo que escrevi,
De tudo que faltou,
De tudo que ainda esta por vir.
Mas, mais orgulho tenho ainda
Da capacidade que as palavras têem
De mentir e ao mesmo tempo que
Que o olhar tem em em desmentir.

Nesse blog apenas escrevo,
Não olho e não vejo.
Sou feliz, sem sentimento
Sou sorriso, sou afeto
Sou apenas um trigo sem
Fermento...


quarta-feira, 20 de julho de 2011

Melodia da vida

Melodia da vida
PRA VOCÊ AMIGO, que me atura, me aconselha, me ama e me odeia, mas que acima de tudo, me presenteia com sua amizade!



Eu não quero tocar a vida
Com os mesmos acordes
Eu não quero cantar a beleza
Com as mesmas notas
Mas quero manter a melodia
Sempre no tom de sua amizade.

Não me importarei
se as notas soarem diferente
Não me irritarei,
 se os instrumentos desafinarem
Não insegura sentir-me-ei
 se alguma das cordas escaparem
Apenas me intristecerá se a canção com você (amigo) eu
não puder tocar.

A melodia da vida é assim,
Com notas boas e ruins
Com instrumentos fortes e fracos
Com altos e baixos, de uma canção
Que jamais terá fim!




sexta-feira, 3 de junho de 2011

OI 
                         QUEM
          É  
VOCÊ ?


Oi eu sou o Zeca e tenho fome
Oi eu sou Maria e não sei o que é fome
Oi eu sou Matheus e quero um sanduiche
Oi eu sou Alice e tenho um sanduiche
Oi eu sou do mundo e tenho a vida
Oi eu sou a vida e tenho o mundo
Tchau eu sou a fome e vou destruir
esse pequeno mundo com uma vida desigual.
Oi eu sou a fome e vim para lhe servir
Oi eu sou a ganancia e vim para lhe aceitar
Oi eu sou o homem e estou aqui para
Enobrece-las e procria-las no mundo
Que sei que não é meu. 
Mariane Mirandola

segunda-feira, 7 de março de 2011

VIDA, sou eu!

VIDA, sou eu!
Singela homenagem aos 20 muito bem vividos.


Sou peça separada do brinquedo da vida
Sou menina com maquiagem reforçada
Que desafia a alegria
Sou olhos da esperança contidos em um
Sonhador coração
Sou aquela abraça a vida como sua grande paixão


Trabalho com arremessos de palavras
Falo quando tudo pode não dar em nada
Viajo com aquilo que parece ser proibido
e garanto-te que passa longe de mim o
substantivo inibido

Disfarço as palavras em doces poesias
Mostro minha melancolia em simples melodias
Brinco com o verbo viver assim como faço
Que entendo o saber.


Não sou fogo nem água
Não conheço o tudo muito menos o nada
Sou nostalgia da infância, esperança de velhice
Barro na chuva, poeira na estrada
Sou apenas aquela que espera um dia ser lida
No mesmo momento em que lê;
Aquela que tenta entender
as sábias palavras vindas, talvez,
de pouca lucidez;


Seja bem vindo 21 anos =)

sábado, 16 de outubro de 2010

Filhos da Terra

Somos verdades da vivencia
Somos vivencia de uma realidade
Somos poesia de um poema
E o poema da poesia

Sou quem grita socorro ao mundo
Tu és o mundo que me socorre
Sou eu que te socorre quando
pedes socorro a qualquer Raimundo.


O planeta azul gira mas não muda de cor
Perde a essência do amor mas não deixa
de ser alegre devido a essa dor.

No azul somos muitos.
Somos amarelos, brancos e negros
Somos todos filhos da Terra e sementes
De uma nova cor que está a ser criada.


Somos sementes de uma nova poesia
De uma nova vivencia criada com
Outras palavras de um novo poema...

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

   Tarde meus amigos. Sabi aquele perto nu peito qui da di sardade? Intão, parece qui aqui no trabaio vai te!
Hoje é dispidida da Lininha, minina maior sapequinha. Ela vai trabaia num lugá ondi tem mais denheiro e a cumida é viva. Viva eu falo, não pelos frango que corre e pula na nossa boca mas sim pruquê num é do mortinho – o restar-rante sem sabor.
   Mai tudo bem, si é bom pra ela, quem so eu pra num concorda. Mai como hominagem pra trabaiadora vai aqui um pueminha. Eu memo que fiz. As rima aprendi com minha tia e as palavra bunita sairo di dentro do cérebro da carpira!



Linha, a minina sapequina


É mintira qui as nuvem são di godão
Mas mintira num é que sua amizade m
mora nu meu coração

Durante as tarde, qui presta nóis num fala nada
As boca si mexe so pra da risada
Mais é tão legal ri cum voce e as minina
Pruque voceis já faiz parti da minha vida

Num vo chora pra dize tchau pruque
Pra sempre vo ti vê
Tenho sua imagem guardada dentro da câmera
A câmera num é qui nois trabaia i nem di TV
Mais sim dus meus zoinho
Qui filmaram pra sempre seu sorriso!

Gradeço pela cumpania e espero e abraça outro dia
Depois de uns anus seremos tudo formada.
Vanessinha veterinária pra cuida dus leite da boiada
Oce e Mayara fessora xique que fala tar de bilíngüe
Eu e Veiga jornalista sem dinheiro, comendo pão com aveia
Alana da presidência na facurdade defendendo patrão
E tudo as outras cheia do sucesso, passando longe do mensalao.

Só pra caba logo cum as palavras, quero repiti di novo
Qui oce que vai e tudo oceis que fica já ganharam casa
Bem bunita dentro du meu coração!